Seminário Discipulado com Excelência
Preletor: Rev. Young Giu Ko, Pastor da Igreja
Presbiteriana Água Viva, em São Paulo-SP
Data: 25 e 26 de abril de 2009 – início às 9 horas da
manhã do sábado e término no domingo à tarde
Local: Igreja Presbiteriana Central em Campo Grande
R. Luciano Lube, 101, Campo Grande, Cariacica-ES
Inscrição: apenas R$ 25,00
pelo e-mail ipcentral@ipbes.com.br ou 3343-0708
Igreja Presbiteriana Central
Bem-vindo ao Blog da IP Central, uma Igreja viva adorando ao Deus vivo!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
MENSAGEM DO MÊS DE ABRIL: O sentido da páscoa - se a comemoração é bíblica, porque os ingredientes não o são?
Introdução
Mais um ano e mais comemorações. Nosso calendário é riquíssimo em comemorações. Finda-se o mês de março e já se vão 25% do ano de 2009 e as comemorações continuam. Continuam, sim, porque o homem pós-moderno ainda se dedica à busca; corre desesperadamente por datas especiais e outras coisas mais, desde que efetivamente fuja da mesmice.
Mas nesse frenesi de buscar e comemorar, o homem se esquece de averiguar o real sentido das coisas. É o que se dá, por exemplo, em relação à páscoa: ovos de chocolate, coelhinho e torta capixaba (com bacalhau, palmito, etc.) constam mesmo dos ingredientes originais em comemoração à páscoa? E se a páscoa é uma comemoração bíblica, porque os ingredientes não o são?
O sentido literal
Vale observar, em primeiro momento, o que é páscoa, em seu sentido literal. Páscoa vem do vocábulo hebraico “pêschar”, cujo significado é ‘passagem’, no sentido de ‘poupar’. E isso tem origem em cerca de 1.500 anos antes de Cristo, quando da saída do povo de Israel da terra do Egito depois de 430 anos de escravidão. O contexto bíblico revela que diante do anúncio da décima praga – a morte dos primogênitos – cada família israelita devia separar um cordeiro, macho de um ano, sem defeito... Tudo em preparação para o grande livramento... A história é interessante e pode ser conferida no livro do Êxodo, capítulo 12, onde encontramos relato pormenorizado do fato, incluindo descrição dos elementos da páscoa tais como: um cordeiro para cada família, ervas amargas, pães asmos (sem fermento) bem como a forma de se comer.
O sentido histórico e espiritual
Foi sob o governo de Moisés que se deu a instituição da páscoa e houve libertação: o povo de Israel saiu da terra do Egito às pressas rumo à terra prometida, e a páscoa ficou perpetuada diante do povo como ordem divina e sinal do grande livramento, sendo celebrada conforme o sentido literal relatado acima. Todos os ritos registrados no Antigo Testamento apontam, invariavelmente, para o Novo Testamento e com o rito da páscoa não é diferente.
Na época de Jesus a páscoa ainda era celebrada e Ele mesmo a celebrou em companhia de seus discípulos, conforme Lucas 22.7-23 e textos correlatos. É nesse contexto que temos toda a história da “Paixão de Cristo”: Ele é o “cordeiro de Deus”, sem defeito, que foi “imolado”; Cristo foi sacrificado pelos líderes de Israel e Roma, e pela vontade dos populares, em favor do mundo inteiro justamente na semana em que se celebrava a páscoa em Jerusalém. No sacrifício do cordeiro da páscoa a idéia de substituição é evidente e mostra-nos a Cristo. Jesus, “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, morreu em nosso lugar – por isso Jesus é a nossa páscoa.
Conclusão
Como afirmamos acima, nosso calendário é riquíssimo em comemorações e a páscoa faz parte desse calendário. Vamos comemorar a páscoa, sim! Mas não devemos nos esquecer do seu verdadeiro sentido. Jesus é a nossa páscoa!
a) Rev. Adilson Souza dos Santos
pastor@ipbes.com.br
Mais um ano e mais comemorações. Nosso calendário é riquíssimo em comemorações. Finda-se o mês de março e já se vão 25% do ano de 2009 e as comemorações continuam. Continuam, sim, porque o homem pós-moderno ainda se dedica à busca; corre desesperadamente por datas especiais e outras coisas mais, desde que efetivamente fuja da mesmice.
Mas nesse frenesi de buscar e comemorar, o homem se esquece de averiguar o real sentido das coisas. É o que se dá, por exemplo, em relação à páscoa: ovos de chocolate, coelhinho e torta capixaba (com bacalhau, palmito, etc.) constam mesmo dos ingredientes originais em comemoração à páscoa? E se a páscoa é uma comemoração bíblica, porque os ingredientes não o são?
O sentido literal
Vale observar, em primeiro momento, o que é páscoa, em seu sentido literal. Páscoa vem do vocábulo hebraico “pêschar”, cujo significado é ‘passagem’, no sentido de ‘poupar’. E isso tem origem em cerca de 1.500 anos antes de Cristo, quando da saída do povo de Israel da terra do Egito depois de 430 anos de escravidão. O contexto bíblico revela que diante do anúncio da décima praga – a morte dos primogênitos – cada família israelita devia separar um cordeiro, macho de um ano, sem defeito... Tudo em preparação para o grande livramento... A história é interessante e pode ser conferida no livro do Êxodo, capítulo 12, onde encontramos relato pormenorizado do fato, incluindo descrição dos elementos da páscoa tais como: um cordeiro para cada família, ervas amargas, pães asmos (sem fermento) bem como a forma de se comer.
O sentido histórico e espiritual
Foi sob o governo de Moisés que se deu a instituição da páscoa e houve libertação: o povo de Israel saiu da terra do Egito às pressas rumo à terra prometida, e a páscoa ficou perpetuada diante do povo como ordem divina e sinal do grande livramento, sendo celebrada conforme o sentido literal relatado acima. Todos os ritos registrados no Antigo Testamento apontam, invariavelmente, para o Novo Testamento e com o rito da páscoa não é diferente.
Na época de Jesus a páscoa ainda era celebrada e Ele mesmo a celebrou em companhia de seus discípulos, conforme Lucas 22.7-23 e textos correlatos. É nesse contexto que temos toda a história da “Paixão de Cristo”: Ele é o “cordeiro de Deus”, sem defeito, que foi “imolado”; Cristo foi sacrificado pelos líderes de Israel e Roma, e pela vontade dos populares, em favor do mundo inteiro justamente na semana em que se celebrava a páscoa em Jerusalém. No sacrifício do cordeiro da páscoa a idéia de substituição é evidente e mostra-nos a Cristo. Jesus, “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, morreu em nosso lugar – por isso Jesus é a nossa páscoa.
Conclusão
Como afirmamos acima, nosso calendário é riquíssimo em comemorações e a páscoa faz parte desse calendário. Vamos comemorar a páscoa, sim! Mas não devemos nos esquecer do seu verdadeiro sentido. Jesus é a nossa páscoa!
a) Rev. Adilson Souza dos Santos
pastor@ipbes.com.br
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Pedido de camisas
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Agenda do mês
Acesse nosso boletim (link ao lado) e conheça nossa do mês e muitas outras informações da IP Central em Campo Grande.
Frase do mês
“O cristianismo não é meramente um programa de conduta; é o poder de uma nova vida”, Benjamin Breckinridge Warfield (05.11.1851–16.02.192) foi diretor do famoso Seminário de Princeton.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Versículo do mês
“Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim”, Isaias 6.8.
150 anos da IPB
Mensagem do mês de março
Liderança eclesiástica
Concordo com as “cinco crenças” de Bill Hybels* quando se fala de liderança na Igreja. Essas cinco crenças são:
1. Creio que a igreja local é o empreendimento com intensidade de liderança na sociedade. A igreja é totalmente altruísta, e o trabalho é feito principalmente por voluntários;
2. Creio no dom espiritual da liderança, que alguns tem e outros não;
3. Acredito que a maioria das igrejas subestima, sem intenção, a expressão do dom da liderança. Acredito numa pluralidade da liderança. Acredito que deve haver uma comunidade de líderes;
4. Acredito que a maioria das pessoas quer ser liderada. Se o líder se parece com Cristo, acredito que a maioria das pessoas quer ser liderada;
5. Acredito que a igreja local é a esperança do mundo e seu futuro está principalmente nas mãos de seus líderes.
Ao concordar e registrar aqui essas “cinco crenças” estamos dizendo à Igreja Presbiteriana Central em Campo Grande que acreditamos na sua liderança e que esta liderança faz diferença hoje. Enquanto a liderança no mundo gentílico está baseada na hierarquia e autoridade da posição, no reino de Deus essa liderança nasce da mansidão, do serviço e do caráter piedoso do verdadeiro líder eclesiástico. Não buscamos líderes que se destacam apenas pela proeminência externa, senão líderes que se revelam, acima de tudo, pelas qualidades internas; e que essas qualidades sejam dons ministeriais a serviço do reino de Deus.
Deus seja louvado!
Rev. Adilson.
* Bill Hybels é conhecido líder cristão. Essas “cinco crenças” foram extraídas do DVD exibido pelo PRCE em encontro de liderança.
Concordo com as “cinco crenças” de Bill Hybels* quando se fala de liderança na Igreja. Essas cinco crenças são:
1. Creio que a igreja local é o empreendimento com intensidade de liderança na sociedade. A igreja é totalmente altruísta, e o trabalho é feito principalmente por voluntários;
2. Creio no dom espiritual da liderança, que alguns tem e outros não;
3. Acredito que a maioria das igrejas subestima, sem intenção, a expressão do dom da liderança. Acredito numa pluralidade da liderança. Acredito que deve haver uma comunidade de líderes;
4. Acredito que a maioria das pessoas quer ser liderada. Se o líder se parece com Cristo, acredito que a maioria das pessoas quer ser liderada;
5. Acredito que a igreja local é a esperança do mundo e seu futuro está principalmente nas mãos de seus líderes.
Ao concordar e registrar aqui essas “cinco crenças” estamos dizendo à Igreja Presbiteriana Central em Campo Grande que acreditamos na sua liderança e que esta liderança faz diferença hoje. Enquanto a liderança no mundo gentílico está baseada na hierarquia e autoridade da posição, no reino de Deus essa liderança nasce da mansidão, do serviço e do caráter piedoso do verdadeiro líder eclesiástico. Não buscamos líderes que se destacam apenas pela proeminência externa, senão líderes que se revelam, acima de tudo, pelas qualidades internas; e que essas qualidades sejam dons ministeriais a serviço do reino de Deus.
Deus seja louvado!
Rev. Adilson.
* Bill Hybels é conhecido líder cristão. Essas “cinco crenças” foram extraídas do DVD exibido pelo PRCE em encontro de liderança.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
Notícias do Sínodo
Este é o ano do sesquicentenário da da IPB - Igreja Presbiteriana do Brasil. E nossa proposta é viabilizar a realização do sesquicentenário da IPB em solo Capixaba, com a participação de todas as igrejas do Sínodo Central Espiritossantense e região. A proxima reunião da Comissão Executiva pró sesquicentenário será dia 10 de março, às 18, na IP Jardim América. Maiores infomações são encontradas no blog www.ipbsce.blogspot.com.
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